Virtual Photographer - Efeitos em suas fotos (0)

Posted 14 February, 2008 in Manipulação Digital, Tutoriais

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Se você é uma das milhares de pessoas que está descobrindo o mundo da fotografia digital, mas não tem o conhecimento e nem a paciência necessária para aprender a manusear o Photoshop, não se preocupe, existem saídas muito mais fáceis e com resultados muito interessantes para os fotógrafos de primeira viagem. A internet está cheio de actions (ações automatizadas para o Photoshop) e plugins que podem facilitar muito a sua vida.

Um desses plug-ins é o Virtural Photographer. O plug-in é desenvolvido pela Optik Verve Labs e pode ser baixado gratuitamente clicando aqui. Após o download é só clicar no aplicativo e selecionar um local para desconpactar os arquivos. Dentro da pasta criada vai existir um pequeno arquivo com o nome do aplicativo que deve ser colocado na pasta de filtros do Photoshop através do seguinte caminho: [Drive C][Arquivos de Programas][adobe][photoshop CS][plug-ins][filters].

Após colar o arquivo é só abrir o Photoshop e ir até a paleta de filtros. Vai haver uma nova opção chamada Optik Verve Labs e dentro dela estará o Virtual Photographer.

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Nessa opção vai se abrir uma caixa de efeitos dentro do photoshop. Dentro delas existirá diversas opções de aplicação de filtros e efeitos na foto com possibilidade de trabalhar manualmente a edição da foto, ou aplicar efeitos pré-existentes com processamento totalmente automático. O programa é ideal para quem nunca trabalhou com edição de filtros e não consegue aplicar um Sharp satisfatório na imagem. Grande parte dos efeitos são aqueles aplicados em books de moda ou álbuns de casamento para dar uma aparência onírica a foto. O programa também faz conversão para o preto e branco e para o sépia com resultados bem interessantes.

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Veja abaixo alguns tratamentos automáticos aplicados a foto que aparece no começo do post. os efeitos aplicados são, respectivamente, Ambience, Concord, Cooper e Reminiscing .

virtual-photographer-ambience.jpg virtual-photographer-concord.jpg

virtual-photographer-cooper.jpg virtual-photographer-reminiscing.jpg

Claro que se você souber usar os recursos do Photoshop é possível realizar esses efeitos até com uma tonalidade melhor, mas para quem não tem a mínima idéia de por onde começar, o programinha é uma mão na roda.

Estudio Amador - Usando luz contínua (1)

Posted 31 December, 2007 in Ensaios, Tutoriais

Com a popularização da fotografia tenho visto nas galerias virtuais que visito um número enorme de amadores com imenso talento (atenção, a palavra amador é usada aqui no seu real sentido, ou seja, pessoas que desenvolvem uma atividade por prazer, e não no sentido pejorativo de coisas mal feitas) desenvolvendo trabalhos de grande qualidade.

Para quem gosta de fotografar pessoas sempre faz falta um pequeno estúdio fotográfico. Embora a luz natural seja uma boa saída para a execução de pequenos ensaios, existem situações em que somente um ambiente fechado pode dar conta. Flash de estúdio não são tão caros quanto se pensa, mas não é todo mundo que está disposto ao investimento ou possuí uma câmera que possa se adaptar a esse tipo de equipamento.Por isso o tutorial abaixo é para quem quer trabalhar situações de luz e sombra na fotografia, ideal para ensaios mais sensuais ou de nu artístico, embora ensaios normais possam também serem feitos com a técnica. Tudo o que é descrito aqui é feito de modo caseiro (um estúdio Tabajara no jargão da fotografia, hehe) e pode ser montado com pouco investimento.

Tipo de luz

A luz mais utilizada nesse tipo de situação são as halógenas. Esse tipo de lâmpada também é utilizada na fotografia profissional e existem conjuntos a venda por preços que não chegam a R$ 600,00. Mas é possível montar em casa com materiais encontrados em lojas do seguimento de construções. Um pequeno refletor com lâmpadas de 500w, fio com tomada e um pequeno suporte não chegam a R$ 50,00. Pontos negativos desse tipo de luz são o alto consumo de energia e o grande calor gerado no ambiente. As fotos abaixo foram feitas com luz halógena.

luz_continua02.jpg luz_continua01.jpg

Outra solução são lâmpadas comuns de 100W e 200W em pequenos refletores de jardim. Recomendo que sejam no mínimo dois para poder brincar com luzes em diferentes ângulos. A intensidade da luz desses refletores é bem menor, mas o consumo de energia e o calor ficam dentro de patamares normais. A foto abaixo foi feita com lâmpada comum de 200W.

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Difusor

Infelizmente, a luz que sai dos holofotes é muito dura e gera um contraste muito forte na modelo. É necessário um pequeno difusor na frente da luz para que a iluminação seja o mais suave possível. Pode-se usar um plástico (geralmente o plástico chamado isolene), mas tendo cuidado para não chegar muito perto do refletor para não derreter, ou usar uma solução que descobri que é jatear o vidro do refletor com areia. Funciona muito bem e acaba ficando mais barato do que o plástico.

Fundo infinito

Para o fundo infinito (que vai ficar atrás da modelo) pode-se usar um tecido preto (eu uso o Oxford). Parte do tecido deve ficar na parece e outra no chão onde a modelo vai pisar, dando a impressão de um fundo totalmente uniforme. Acredito que esse seja o investimento mais alto do ensaio. Eu comprei 8 metros divididos em duas partes. Então montei um fundo com 3 metros de diâmetros com 4 metros na parede e quatro metros no chão. No meu caso foi suficiente.

Câmera

É possível trabalhar tanto com câmeras de filme quanto com câmeras digitais nesse tipo de ensaio. Nas câmeras de filme é necessário uma que tenha uma lente bem luminosa (em torno de f/2,8) , trabalhar com filmes com ISO 400 (recomendo os da Fuji, pois geram uma granulação menor) e com velocidades muito baixas. Se a luz for alógena da para usar uma velocidade em torno de 1/60, mas se forem refletores comuns tem que ser entre 1/30 e 1/40. Se você não tem uma mão muito firme é necessário um tripé para o ensaio. Veja abaixo algumas fotos feitas com filme Fuji ISO 400.

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Nas, câmeras digitais a coisa fica mais complicada, pois poucas possuem qualidade aceitável em ISO alto. Não é como no filme que eu posso sair e comprar um ISO alto de qualidade para minhas fotos. O sensor é fixo e, geralmente, o ISO 400 já é bem fraquinho. Mas, mesmo assim, é possível dar uma pequena editada no photoshop depois. Câmeras DSLR geralmente possuem boa qualidade com pouca luz e o ISO 800 é uma opção aceitável. Regulagens de abertura e velocidade são iguais ao das câmeras de filme. Veja abaixo fotos feitas com a Fuji S5600fd, uma compacta com ótima qualidade de imagem em ISO 800.

luz_continua06.jpg luz_continua07.jpg

Tratamento da imagem

Mesmo com todas essas regulagens baixas, existe a possibilidade das fotos ficarem subexpostas (pouca luz). Nada que uma pequena edição no Photoshop não resolva. Um inconveniente desse tipo de iluminação caseira é o tom alaranjado que fica nas fotos. No caso das digitais o Whith Balance da câmera resolve grande parte desse problema. Com as câmeras de filme é necessário usar um filtro azul para quebrar essa cor. O Photoshop possuí um filtro azul digital, mas o resultado não é muito bom. No caso da coloração ficar muito forte ou de a foto apresentar muito ruído ou granulação, uma saída é converter a foto para preto e branco. Veja abaixo uma foto original e a edição final.

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Ensaio

Bem, nessa parte fica por conta da criatividade do fotógrafo. Recomendo dar uma olhada na net alguns ensaios parecidos com o que você quer fazer. É interessante mostrar para a modelo esses ensaio para que ela possa reproduzir as poses e dar contribuições para a composição das fotos. O mais complicado, no caso do sensual e do nu, é encontrar a modelo. Geralmente a galera apela para namoradas e amigas. Pode parecer complicado, mas minha experiência mostra que pelo menos 80% das mulheres já demonstraram a fantasia de fazer esse tipo de ensaio. O que pega é a vergonha e falta de confiança no fotógrafo. Cabe a você mostrar seu profissionalismo e inspirar segurança. Depois do primeiro ensaio pronto mostrar o resultado para as futuras modelos é um forte ponto de convencimento. Por último, falo do ensaio com mulheres porque é o que fiz até hoje. Nada impede que o modelo seja homem, afinal é tudo fotografia.

luz_continua10.jpg luz_continua111.jpg

Bem gente, é isso;

- Qualquer dúvida é só colocar nos comentários.
- Existem tutoriais bem específicos espalhados na net sobre esse assunto. Esse aqui é do Flávio Steffens de Castro. Meio antigo mas ainda é válido.
- Todas as fotos desse post são de minha autoria, com excessão das duas primeiras que foram feitas por minha Padawan Renata Zacharias.

Sensores fotográficos (5)

Posted 19 November, 2007 in Equipamentos, Tutoriais

Andando pelos sites intenacionais de fotografia acabo me assustando com a quantidade de novos lançamentos. Ainda fico surpreso em saber que câmeras fotográficas já ultrapassaram o patamar de objetos específicos para um específico e já se transformaram em adereços, como celulares. Hoje é comum que cada membro de uma família (principalmente nos Estados Unidos, Európa e Japão) tenham sua câmera fotográfica. Isso estrapola um pouco o campo da necessidade e entra no da vaidade. Quando a fotografia digital surgiu ela era primitiva e com várias deficiências (alguém se lembra das câmeras Mavicas da Sony?). Mas, essas deficiências foram sendo vencidas nos primeiros anos e hoje estamos em um patamar tecnológico em que é muito dificil surgirem novidades que possam fazer o consumidor trocar o seu equipamento. Como essas inovações são raras os fabricantes lanças novos modelos com mais e mais megapixels. Hoje encontramos adolescentes que querem trocar a sua câmera de 5 por uma de 7 ou 10 megapixels, mesmo que ele só faça fotos em VGA (800×400) para por no Orkut ou em algum blog. Os fabricantes vendem a definição como revolução tecnológica e qualidade de imagem, quando na verdade não é bem assim. Vários fatores interferem na qualidade de uma imagem digital e, entre eles, está o tamanho e o tipo do sensor de sua câmera fotográfica.

Sempre que realizo a análise de uma câmera fotográfica eu faço questão de colocar o tamanho do sensor da mesma. Pode parecer um detalhe técnico sem importância, mas a qualidade de uma imagem digital (que deveria ser o fator mais importante na avaliação de uma câmera) é determinada pela lente, processador interno da câmera e qualidade do sensor. Dentre os atributos de qualidade de um sensor temos que levar em conta o seu tamanho e o tipo.

Tipos de sensores

Nem todos os sensores de câmeras digitais são iguais. Eles possuem diferenças quanto a sua fabricação e consumo de energia. Veja os principais modelos existentes.

CCD (charge-coupled device) - é o tipo mais comum e equipa a maioria das câmeras compactas e DSLR. Apesar de sua qualidade de captura de imagem ser a melhor que existe ele consome muita energia e sua produção é muito cara.

CMOS (complementary metal-oxide-semiconductor) - sensores mais baratos e com baixo consumo de energia. Seus resultados costumam ser abaixo da qualidade do CCD, mas seu preço faz com que ele equipe a maioria das câmeras de baixa qualidade a venda no mercado (Tekpix, Genius G-Shot), mas é usado com sucesso nas DSLR da Canon, onde os fatores de qualidade da lente e do processador interno fazem a diferença.

Foveon - Sensor desenvolvido pela Sigma para equipar suas câmeras reflex. O Foveon se baseia em uma tecnologia de três camadas, onde cada uma é responsável por capturar uma das três cores primárias (vermelho, verde, azul). Nos sensores comuns as três cores são capturadas em uma única camada em forma de mosaico. Em sua última versão, que equipa a câmera SD14, cada camada possuí um pouco mais que 4 megapíxels somando um total de 14 megapíxels de definição máxima. Ainda não tive a possibilidade de ver a qualidade das imagens geradas por esse sensor por conta do recente lançamento.

O futuro - por mais que a tecnologia avance dia a dia, algumas surpresas ainda estão por vir. A Fuji está trabalhando em uma tecnologia muito parecida com a do Foveon e batizou seu projeto como Sensor Orgânico (CMOS Organic Image Sensor). Ele esta planejado para ser lançado em 2008 e, se fizer metade do que a empresa promete, vai tornar tudo que conhecemos como fotografia digital obsoleto.

Tamanho do sensor

Esse é um fator muito importante. Existem vários tamanhos de sensores no mercado. A norma dita que quanto maior o sensor melhor vai ser a qualidade da imagem. Isso acontece também por conta do tamanho do píxel. Quando dizemos que uma câmera tem 5 megapíxels estamos afirmando que existem 5 milhões de píxels em seu sensor. Quando um fabricante lança um novo modelo com 6 megapíxels, mas com o sensor do mesmo tamanho do modelo anterior, implica em diminuição do tamanho do píxel para que mais um milhão sejam alojados nesse sensor. O píxel é a unidade básica de captação de luz no sensor. Quanto maior for seu tamanho físico melhor será a qualidade da imagem. Veja na figura abaixo a relação de tamanhos de sensores disponíveis no mercado (essa figura foi retirada de um tópico do forum Mundo Fotográfico. Para ver o tópico e a figura em tamanho maior é só clicar aqui.

relaodetamanhodosatuaisow4.jpg

Existem duas câmeras com sensores do mesmo tamanho que os antigos negativos de 35mm (Fullframe): as Canon Eos 5D (12 megapíxels) e 1Ds Mark (8 e 16 megapíxels). As demais se utilizam de sensores menores que causam distorções nas distâncias focais das lentes (fator de corte,ou crop, mas isso eu trato em outro post). O principal efeito causado pela diminuição constante do tamanho do píxel é o nível de ruído em fotos com pouca luz. O ruído é uma aberração cromática onde o píxel acaba se comportando de maneira errada e apresentando uma cor que não é a real, gerando uma granulação estranha na foto. Isso acontece com fotos onde o ISO é elevado.

Dá próxima vez que for comprar uma câmera fique atento para estes detalhes. O tamanho e o tipo do sensor da câmera podem oferecer um indicativo da qualidade do equipamento. Desconfie de equipamentos compactos com um zilhão de píxels e sensores pequenos. Hoje, 4 megapíxels seriam suficientes para suprir as necessidades de 90% dos usuários domésticos. As vazes, nem tudo que é mais moderno é melhor.

White Balance (Balanço de Branco) (4)

Posted 15 November, 2007 in Tutoriais

Ontem uma amiga do nosso Fotoclube aqui de Presidente Prudente, me perguntou o que era Balanço de Branco. Isso por conta de uma discussão que estava rolando no Google Groups sobre um filtro que está sendo vendido pela Mako para fazer o ajuste manual do Balanço de Branco. Depois de passar algumas informações para ela cheguei a conclusão que mais pessoas podem ter esse tipo de duvida e resolvi escrever esse post.

Mas, para entender esse interessante recurso, que nem sempre é aproveitado, temos que conhecer um pouco de temperaturas de cores. Existem diversos tipos de fontes de luz que irradiam tonalidades diferentes. Nesse contexto uma lâmpada de tungstênio (comum em equipamentos de iluminação de vídeo) vai emitir uma luz de tonalidade diferente de uma luz fluorescente. Essas diferentes tonalidades são chamadas de temperatura da escala de cor. Essa escala é medida em Kelvins (K). Nesse sentido a luz azul dos dias nublados é fria e a amarela das lâmpadas incandescentes (tungstênio e halógenas) é quente.

Em câmeras analógicas que utilizam a boa e velha película (filme), para driblar esses inconvenientes utilizamos filtros coloridos. O objetivo é fazer com que a luz artificial fique o mais próxima possível da tonalidade da luz do dia. Por exemplo, se estiver fotografando em um ambiente iluminado com luz halógena, um filtro azul tira grande parte do amarelado da cena. Porém, e sempre tem um porém, o uso de mais um obstáculo entre a lente e o objeto fotografado tira um pouco da luminosidade da cena obrigando o fotógrafo a usar velocidades mais baixas e diafragma mais aberto, tornando a ocorrência de fotos tremidas mais comum.

Na fotografia digital os filtros coloridos foram substituídos pelo Balanço de Branco. A maioria dos usuários nem sabe de sua existência, pois nas câmeras mais simples ele ocorre de forma automática. Em câmeras intermediárias (a maioria dos modelos da Sony possuí esse recurso) existe a opção do Balanço de Branco automático e várias opções pré-programadas (as categorias principais são luz solar, dia nublado, luz fluorescente, luz de tungstênio ou incandescente, e luz de flash). Algumas câmeras possuem várias subcategorias como, por exemplo, três tipos de ajustes para luz fluorescentes, dependendo da potência da lâmpada. E nas câmeras muito avançadas é possível fazer o ajuste do Balanço de Branco de forma manual.

Esse recurso se chama Balanço de Branco porque a câmera tenta se regular para que o branco seja dessa maneira representado nos diferentes tipos de iluminação. A partir da cor branca todas as outras regulagens vão ser feitas para representação das outras cores. Nas câmeras mais que possuem o ajuste manual (algumas prosumers e nas DSLR) esse ajuste é feito apontando a objetiva para uma superfície branca (pode ser uma parede ou outra superfície com a cor branca) e acionando a regulagem. Você está dizendo para a câmera que aquilo naquele ambiente é o branco e ela vai regular as outras tonalidades a partir desse parâmetro. Existem cartões de cor branca que são vendidos em lojas de equipamentos fotográficos para que sejam levados na bolsa para a impossibilidade de achar uma superfície branca no local a ser fotografado. O filtro da Mako, citado no início do post tem a mesma finalidade.

Embora possa parecer um papo muito técnico para o fotógrafo que não tem nenhuma pretensão com a fotografia (aquele que usa a câmera para baladas e churrascos da família) é sempre bom ter um pouco de conhecimento. Uma foto bem feita e com cores equilibradas (humm, gerenciamento de cores é outro assunto cabeludo que fica para outra ocasião) é bem mais agradável aos olhos, mesmo que seja aquela zuação com seu irmão dormindo com o dedo na boca.

Uma característica muito interessante é que o ajuste automático do WB não é infalível. Ele tende a se confundir, principalmente quando diferentes fontes de luz são misturadas ou em ambientes pouco iluminados. Se sua câmera possuí modos pré-programados experimente todos eles e veja o que se enquadra nas situações mais comuns em que você fotografa. Se seu equipamento possuí o ajuste manual, aprenda a utilizá-lo pois o resultado será bem melhor. Agora, se você gosta de experimentações e fotografia artística misture as regulagens e veja as tonalidades malucas que podem aparecer como, por exemplo, fazer a foto na luz de dia com o WB de luz incandescente. Você vai perder várias horas se divertindo.

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